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domingo, 8 de janeiro de 2012

Parte 1 do vídeo denuncia sobre as atrocidades da politica higienista de Gilberto Kassab


Vídeo #Denúncia #Moinho Vivo - O que a Imprensa Não Diz .. A Voz e Vez dos moradores da Comunidade do Moinho. Questionando a política higienista!!! Ajude-nos na Divulgação, Compartilhe com seus amigos e amigas. Vamos virar esse jogo a especulação imobiliária não pode passar por cima de histórias e vidas!!! Por uma SP Educadora, Inovadora e Solidária!!!

Onde direitos de crianças, adolescentes e jovens adultos não sejam violados por quem na verdade tem que garantir.

#MoinhoVivo

Parte 1 do vídeo denuncia sobre as atrocidades da politica higienista de Gilberto Kassab

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Carta aberta a População - Sob ataque violento da GCM com adultos, crianças e gestantes

A Comunidade do Moinho ante o descaso humano do poder público municipal para o diálogo civilizado na construção de um projeto concreto de moradia, trabalho, educação e meio ambiente, vem a público manifestar-se para impedir distorções das informações.

Nossa Comunidade conhecida como a Favela do Moinho, em 2006 era compostas por 576 famílias, hoje perdemos a conta; estima-se mais de mil famílias que se juntaram a comunidade por despejos, desocupações, incêndios que ocorreram em diversas áreas da cidade, “acidentes” ou por higienização.

A Comunidade do Moinho originalmente formada por carroceiros catadores de materiais recicláveis que coletam na cidade uma média de 200 toneladas de material, sem apoio de nenhuma esfera do poder público, pelo contrário, as carroças têm sido confiscadas e os depósitos que compram materiais reciclados fechados pelo município.

O projeto que desejamos é continuar trabalhando  pela cidade e meio ambiente. Não podemos ir para longe do centro onde atuamos há mais de 10 anos e nossos filhos estudam. E aqui queremos nos fortalecer criando um sistema de reciclagem organizado que gere mais emprego e renda diminuindo a vulnerabilidade dos jovens a criminalidade urbana. Além disso, construímos alianças com projetos culturais que visam à ampliação de oportunidades aos nossos jovens.

Em 27/12/2011 sob ataques violentos da GCM – Guarda Civil Metropolitana, lançamos este documento. E aqui publicamente solicitamos pela 5ª vez uma audiência com o Secretário de Habitação Municipal que não nos atende nem com solicitação de Sua Excelência Senador Eduardo Matarazzo Suplicy, para ouvir um projeto digno de vida nesta cidade.
O Bolsa Aluguel de R$ 300,00 por mês é um paliativo talvez necessário que não aceitaremos como solução definitiva. Apenas como a primeira fase de um sério programa de moradia, onde possamos garantir um presente digno e um futuro melhor para nossas famílias (e por que não para todos) que querem um cidade mais limpa, organizada e sintonizada com os modelos de sustentabilidade, que os carroceiros daqui fazem a anos mesmo sem conhecer a palavra “sustentabilidade”.

Por isso pedimos mais educação e oportunidade! Mais diálogo e respeito pela nossa perspectiva de futuro e menos arrogância.

Comunidade da Favela Do Moinho     

MOINHO VIVO from Fernando Pequeno on Vimeo.


Prefeitura de São Paulo aproveita incêndio para desalojar Comunidade do Moinho


Local de disputa histórica entre Prefeitura de São Paulo e moradores, o terreno que abriga a Favela do Moinho é objeto de mais uma forte ofensiva do capital imobiliário. O incêndio que destruiu boa parte dos barracos, matou duas pessoas e desalojou centenas de famílias nas vésperas do Natal está sendo utilizado como mais novo pretexto para a liberação da área, como um caso típico que contrapõe interesses empresariais e o direito à moradia.

Enquanto a grande mídia alimenta a versão de que o incêndio teria sido provocado por uma mulher desequilibrada, o prefeito Gilberto Kassab (PSD) tenta aproveitar da comoção da população para consolidar o discurso de que as pessoas devem sair do local. Os moradores permanecem organizados, e, em assembleia realizada nesta terça-feira (27), rejeitaram a proposta da Prefeitura de compensar todas as perdas com o chamado bolsa-aluguel.

Kassab tenta desde 2006 despejar os moradores, primeiro com a realização de um cadastro que contabilizou 600 famílias e depois com um decreto e uma ação judicial pedindo desapropriação. Na época, foi realizada uma audiência de conciliação, onde um dos dois donos do imóvel demonstrou interesse em destinar a área de quase 30 mil m2 para moradias populares.

O terreno pertencia à Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA) – extinta em 2007 -, e foi leiloado em 1999 para dois proprietários. Com quase trinta anos de ocupação, a comunidade - que adquiriu o nome de Moinho pois se iniciou dentro da sede da empresa Moinho Santa Cruz -, entrou com uma Ação de Usucapião Urbana Coletiva pois cumpria os critérios que juridicamente a coloca como proprietária do terreno.

A partir da manifestação favorável do juiz à comunidade, as ações de despejo da Prefeitura foram interrompidas até que aconteça o julgamento final, que normalmente demora muitos anos. E é essa trava que impede que o projeto de “revitalização do centro” de Kassab avance sob aquele terreno.

Vida que segue

Os moradores que perderam suas moradias e seus pertences nas chamas estão buscando abrigo. A Prefeitura disponibilizou apenas um colégio por enquanto. Algumas famílias estão divididas entre duas escolas de samba localizadas sob um viaduto e outras montaram barracas nas intermediações. Na segunda-feira, um homem foi espancado pela Guarda Civil Metropolitana por questionar a atuação da polícia contra a montagem de barracas em um dos terrenos ao lado da favela.

Francisco Miranda, presidente da Associação de Moradores da Comunidade do Moinho, afirmou que foi rejeitada a proposta da Prefeitura em assembleia. Nela, os moradores receberiam o chamado bolsa-aluguel – um cheque mensal no valor de 300 reais para que arranjem algum espaço para morar. Como a maioria tem filhos, esse valor é completamente insuficiente e os mantém em situação provisória de moradia.

“Existem algumas partes que se aproveitam desta situação de desgaste”, disse Francisco. Logo depois do incêndio, por exemplo, a empresa Porto Seguro, que tem comprado terrenos na região, enviou representantes ao local e ofereceu um galpão para o atendimento da Prefeitura na retirada das famílias. A atitude foi vista com desconfiança pela comunidade. Em curso desde o início da gestão Kassab, as alterações no centro da cidade desalojaram pessoas das favelas, prédios ocupados e das ruas, mesmo sem garantir o direito à moradia. Alguns projetos de grande porte almejam parcerias público-privadas para administração de parques e praças.

Polêmica também é a tese sobre a própria origem do incêndio. Esta não é a primeira área em disputa onde incêndios forçam a saída das pessoas. E provavelmente não será a última. O incêndio tendo sido provocado de maneira criminosa ou não, a advogada do Escritório Modelo Dom Paulo Evaristo Arns, da PUC-SP, Julia Moretti acredita que este é um momento chave. “A comunidade deve aproveitar este momento para reafirmar a luta por seus direitos”, disse.

Delana Corazza, socióloga que também trabalha com a comunidade, demonstra preocupação diante do impasse colocado. “Pode ser um desastre. Ninguém tem nada a perder e as pessoas estão revoltadas. Mas a arma das pessoas é muito menor que a força repressiva do Estado”, diz Delana.

Fábio Nassif


terça-feira, 27 de dezembro de 2011

"O povo quer saber sobre a LEI Nº 12.527/11...".

Órgãos públicos devem divulgar informações. Mas a sociedade precisa pressionar por uma cultura de transparência. Patrícia Cornils

A Rede nº 76 dezembro de 2011 - Todos os órgãos públicos do Brasil serão obrigados a divulgar, proativamente, informações de interesse da sociedade e a responder os pedidos de informação que foram feitos pelos cidadãos. Sancionada pela presidente Dilma Roussef, dia 18 de novembro, a Lei de Acesso às Informações Públicas, que estabelece essa regulamentação, é mais do que uma medida de caráter legal. É uma garantia do direito, previsto na Constituição Federal, de qualquer brasileiro se informar sobre assuntos que lhe dizem respeito diretamente, como educação, saúde, transporte, orçamentos, projetos de lei, ações e programas de governo, debate e execução de políticas públicas. 

Os órgãos terão até maio de 2012 para se adaptar às novas regras.

No mesmo dia, foi sancionada outra lei, a que cria a Comissão da Verdade, para investigar, no período máximo de dois anos, as violações de direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988. De acordo com a presidente Dilma, essas leis "consolidam a democracia e tornam o Estado brasileiro mais transparente, garantindo o acesso à informação, o direito à memória e à verdade, e o pleno exercício da cidadania. Colocam o Brasil em um patamar de subordinação do Estado aos direitos humanos. O cidadão ganha mais poder de controle e fiscalização".

Porém, uma assinatura presidencial não basta para tornar o país transparente. Tanto o cumprimento da lei quanto os benefícios decorrentes do acesso às informações públicas vão depender de fatores complementares. O primeiro é a pressão da sociedade, que precisará estar vigilante e cobrar seu direito. Hoje, muitas pessoas ainda não têm a consciência de que as informações públicas pertencem ao povo e o governo é um administrador dessas informações. "Precisamos nos apropriar das informações", escreveu o jornalista Fabiano Angélico em seu blog, Notas Soltas, no dia da sanção das duas leis (ver página 30). "Chegar às informações é um grande passo. Mas precisamos remixar, cruzar, juntar. Enfim, dar sentido às informações. Para produzir conhecimentos que possam garantir um debate político mais rico e um Estado mais eficaz. Para garantir um Estado que promova os Direitos Humanos e que seja livre de corrupção. [Isso] é trabalho para uma geração."

Também da parte do governo serão necessárias iniciativas administrativas concretas, que ajudem a máquina pública a incorporar a cultura de registro, organização e divulgação de dados. Além disso, a própria lei já vem com limitações. De acordo com a organização não-governamental (ONG) Artigo 19, a mais grave é que não foi previsto um órgão independente responsável por avaliar e encaminhar os recursos em casos obstruções ao acesso à informação.

Em vários países, organizações da sociedade civil criaram, na internet, plataformas para facilitar os pedidos e também para que as informações fornecidas pelos órgãos públicos sejam publicadas e fiquem à disposição de todos. É o caso do Acceso Inteligente (www.accesointeligente.org), no Chile. 

A lei chilena se chama Lei de Acceso a la Información e foi promulgada em 2008. O Acceso Inteligente foi criado em março de 2011, pela Fundação Cidadão Inteligente, para facilitar os pedidos de acesso, que eram feitos, até então, a cada órgão de governo, separadamente.
Antes de lançar a plataforma, a fundação solicitou ao governo federal chileno uma API com os contatos dos responsáveis pelo acesso à informação em cada órgão. O pedido foi negado. "Fizemos mesmo assim e lançamos o portal", explica Juan José Soto, da Fundação Cidadão Inteligente. 

No primeiro dia, foram registrados mais de mil pedidos de acesso à informação. Até outubro, foram cerca de cinco mil, principalmente pedidos de certidões, papéis, informações sobre serviços de governo. "As organizações da sociedade civil têm grande responsabilidade no desenvolvimento de ferramentas e de aplicativos relacionados ao acesso à informação pública. Para fazer os cidadãos perceberem a utilidade dos dados de governo e, por sua vez, pressionarem pela publicação desses dados", diz Soto.

No Brasil, ativistas da Comunidade Transparência Hacker e da Open Knowledge Foundation lançaram, dia 21 de novembro, o portal Queremos saber (www.queremossaber.org.br) para receber, encaminhar, acompanhar e publicar as respostas aos pedidos de cidadãos aos órgãos públicos. 

Queremos Saber é baseado em uma iniciativa similar do Reino Unido, chamada What do they know? (O que eles sabem? - www.whatdotheyknow.com), desenvolvida pela ONG britânica MySociety. A plataforma faz exatamente isso: organiza e coloca à disposição, em seu banco de dados na internet, as informações dos órgãos do governo que devem ser públicas e sistematizadas. Assim como o What do they know, o Queremos saber é baseado em um software livre chamado Alaveteli, desenvolvido pela MySociety. Esse programa pode ser facilmente traduzido para qualquer língua e adaptado para funcionar de acordo com a lei de acesso à informação de cada país.
 
Por que lançar um portal antes mesmo de a Lei de Acesso à Informação entrar em vigor? Porque a lei só regulamenta um direito constitucional, explica Pedro Markun, integrante da comunidade Transparência Hacker. "Então não precisamos da lei em vigor pra lançar o site. É meio absurdo imaginar o poder público se negando a dar informação sob alegação de que a lei ainda não está valendo", acredita ele. E acrescenta mais um motivo: "Essa lei vai trazer um desafio enorme para a cultura tanto do funcionalismo público e do poder público quanto para a forma pela qual o cidadão precisa passar a entender o que é informação pública e para que serve ou pode servir".
 
Com isso, Markun quer dizer que o Queremos saber contribui para construir essa cultura de uma maneira, em si mesma transparente, e aberta. É mantido por uma comunidade, publica todos os pedidos de informação, os processos que originam e as próprias informações que resultam disso. Um exemplo: dia 11 de novembro, Everton Zanella Alvarenga pediu à ouvidoria da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo o número médio de atendimentos por mês na Unidade Básica de Saúde Nossa Senhora do Brasil, em São Paulo, quantos profissionais (especificando a área) estão disponíveis para o atendimento e quanto tempo estão disponíveis, cada um, por mês. A Secretaria de Saúde respondeu, pelo site, que para encaminhar a solicitação necessitaria do nome, endereço completo (rua, número, CEP, bairro) ou telefone para contato.
 
Pela lei de acesso brasileira, o requerente precisa se identificar, mas não fornecer todos os seus dados. Na Inglaterra, onde a lei pede um endereço, considera-se que um e-mail já é válido. Nos EUA, ao receber como resposta a um pedido de informação a exigência de identificação, um cidadão simplesmente disse: "vocês já sabem suficiente sobre mim para me mandar os dados" e conseguiu a resposta que havia pedido. Esse debate, realizado em conjunto pelos países que usam o Alaveteli, permite a troca de experiências e o exercício de estabelecer limites, de impedir que os órgãos públicos usem subterfúgios para adiar as respostas ou não fornecer informação. Isso será feito, a partir de agora, a cada pedido. E pode ser feito colaborativamente.
 
Para a lei se tornar realidade
 
No blog Notas Soltas, o jornalista Fabiano Angélico avalia os esforços necessários:
 
Tarefas da administração pública
 
Montar um sistema de acesso a informações, com especificações sobre quem deve receber o pedido de informação e quem deve decidir se a informação será entregue.
 
Melhorar o gerenciamento de informações. É preciso registrar as informações e organizá-las. 

Para que saibamos quem detém as informações. Enorme desafio, principalmente para estados e municípios.  Eliminar a cultura do segredo. A melhor forma de fazer isso é aplicar a lei, com as sanções devidas aos servidores públicos que se negarem a entregar informações solicitadas.
Tarefas da sociedade civil. Monitorar o cumprimento da lei, realizando estudos e pesquisas para medir a quantidade de respostas a pedidos de informação.

Conscientizar a respeito da lei e de sua importância. Fazer campanhas, contar histórias de sucesso.

Ajudar os governos a montar os melhores sistemas de acesso, tanto no que diz respeito à transparência passiva (sistemas para receber solicitações) como à transparência ativa (publicação de dados e informações).

fonte: http://www.arede.inf.br/inclusao/edicoes-anteriores/186-edicao-no-76-dezembro2011/5010-conexao-social

Saiba mais em: LEI Nº 12.527, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2011.

fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12527.htm

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Uma conspiração continental



José Serra sentiu o livro, embora diga que o que há o “A Privataria Tucana” seja “lixo, lixo, lixo”
O artigo que publica hoje em O Globo (restrito aos assinantes, mas reproduzido aqui), embora não lhe fuja da tradição “bolinha de papel” serrista de imputar autoritarismo  a quem o aponta como partícipe – e, nas palavras de FHC, um dos principais artífices – do criminoso processo de privatização brasileiro,  adquire um tom megalômano que só aos que estão submetidos a situações transtornantes podem ter, sobretudo quando estão tão fracos como está o ex-líder tucano.

Aponta uma conspiração continental – não sei o que me faz lembrar do “comunismo internacional” a quem se acusava de estar por trás da maré nacionalista dos anos 60, da qual Serra participava – como pretendendo calar os adversários, intimidá-los, devassá-los e aniquilá-los:
“O PT e seus aliados continentais têm tratado do tema (de supostas restrições à liberdade de imprensa) de modo bastante claro, em todos os fóruns possíveis. Seria a luta contra o “imperialismo midiático”, conceito que atribui toda crítica e contestação a interesses espúrios de potências estrangeiras associadas a “elites” locais. Um arcabouço mental que busca legitimar as pressões liberticidas. Um fascismo (mal)disfarçado”.

Não imagino o que o senhor José Serra possa chamar de “fascismo (mal) disfarçado senão, por exemplo, fatos como o jornal em que ele escreve ter omitido a seus leitores a informação, fática, de que ontem se protocolizou um pedido de CPI sobre o processo de privatização do qual ele foi um dos “big men”.
Ele ataca, por exemplo, a decisão soberana do legislativo (eleito) argentino de aprovar projeto da presidenta (recém-reeleita, por larga margem) daquele país estabelecendo que a produção de papel de imprensa é de interesse social, sem dar um pio sobre o fato de que o Estado argentino, durante anos e anos, subsidiou com sua participação acionária a produção deste papel os grupos privados mais lucrativos de comunicação.

Se o PT merece críticas é justo pelo contrário, por ser leniente e temeroso com a responsabilização dos que lesaram o Brasil, dissipando, em troca de nada (nada público, ao menos), patrimônio que gerações de nossos antepassados construíram.

A liberdade de imprensa não pode ser para massacrar uns e silenciar sobre outros. Se descaminhos no atual Governo merecem ser apontados, não há razão legítima para que não se os aponte em outros, dos quais o Sr. Serra foi elemento central e seu representante eleitoral.

Em matéria de investir contra empresas de comunicação, o Sr. José Serra não tem do que falar e, ao contrário, a independência de um colunista, no mesmo O Globo, o aponta como feroz atacante de um, “O Estado de Minas”, que não lhes “dá a cabeça”, como outros veículos o fazem, dos que se atrevem a desagradá-lo.

Ou a disputar-lhe, como fez o Sr. Aécio Neves, a posição de príncipe tucano, condição da qual Serra se considera, por direito hereditário, detentor sempre legítimo. Mesmo já destronado, o banzo da coroação que jamais teve domina sua mente ressentida.

A coluna de Ilimar Franco vai no post reproduzida, para que se possa ser como os atos de Serra desmentem as palavras de Serra.

O senhor José Serra, intolerante por natureza e autoritário pelo poder político que um dia representou, está acuado e, por isso, feroz.

Não precisa sequer ser provocado por uma imprensa que não lhe é hostil, não o questiona e não apura os fatos aos quais  está- como relata o “A Privataria Tucana” – envolvido.

O desespero que lhe aflige é o do rei ao qual o menino grita estar nu.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Lançamento do Curta-metragem "Amor Noturno"

Segue abaixo o convite para o lançamento do curta com a participação do Jonathan  Augusto fundador da Posse MH2R e atual presidente da Associação Cultural e Educacional Movimento Hip Hop Revolucionário o mesmo faz parte da equipe de produção e direção do curta metragem e atualmente assina tambem a direção do Video Clipe #Salve do Grupo de Rap Interna Mente, compareçam no dia para o debate, festa  e prestigie a produção cinematografica da cidade de Guarulhos. 

Lançamento do Curta-metragem "Amor Noturno"

Exibição do curta-metragem Amor Noturno




Local: Audidório 3 do CME Adamastor - Av. Monteiro Lobato, 734 Macedo

dia 16 de dezembro as 20h

Após a exibição haverá debate com a equipe do filme a respeito do processo

Logo após acontecerá 

FESTA DE LANÇAMENTO DO CURTA-METRAGEM



O Curta Metragem é resultado do curso livre de cinema realizado pelo Cineclube Adamastor em 2011, sob a orientação de André Okuma, projeto este que teve mais de 150 alunos, e prevê ainda a produção de mais 3 filmes. Após a Exibição haverá debate com a equipe de produção do filme. Será fornecida declaração de participação para universitários e interessados.

Amor Noturno (Brasil, 2011)
sinopse: Uma mulher conhece um rapaz num barzinho, os dois se sentem atraídos um pelo outro, início de uma paixão dos tempos modernos. O curta-metragem tem como objetivo retratar a geração dos início deste século, que vive seus dias numa metrópole globalizada e moderna, mas com certa falta de perspectivas e de ideais, no qual a personagem principal inserida neste contexto busca por algo, talvez amor...
Gênero: Romance.


Indicação: 10 anos.

Atores: Maria Costa Ramos e Franklin Jones

Roteiro: Joabson Santos Pereira
Direção: Jonathan Augusto, Michel Wakin, Ronaldo Ragonha, Paula Torres, Marlene Alves, Amauri Jr, Agatha Reis, Luan Dukee, Marcelo Vieira, Silas Tarso, Leandro Gonçalves, Jair Souza e Fátima Rodero.
Fotografia: André Okuma.
Iluminação: Marcos Fernandes e Ronaldo Ragonha.
Câmera: Michel, Ronaldo, Jonathan, Amauri, Marcelo e Joabson.
Direção de arte: Paula Torres.
Cenografia: Paula Torres, Luan Dukee e Marlene Alves.
Figurino: Paula Torres, Luan, Marlene Alves.
Maquiagem: Paula Torres e Luan.
Edição: Jonathan Augusto, Michel Wakin, Ronaldo Ragonha e André Okuma.
Trilha sonora: Michel Wakin e TV República.
Produção: André Okuma.
Assist. Produção: Maria Helena Geraldi, Fatima Rodero, Jonathan Augusto, Michel Wakin, Ronaldo Ragonha, Paula Torres, Marlene Alves, Leandro Gonçalves
Making Of e Still: Ronaldo Ragonha e Silas Tarso.
Orientação geral: André Okuma


Realização Cineclube Adamastor.
Co produção: Studio Barreto

Apoio institucional: Sec Cultura de Guarulhos
Apoio Cultural: Moloko Bar & Dinning Club, Casa dos Cordéis, CME Adamastor - Sec. Educação de Guarulhos

Making of:

http://www.youtube.com/watch?v=GWFEe8JPDzQ

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Grupo de Rap vence primeiro Festival de Música Estudantil de Guarulhos


Grupo Liberdade de Expressão foi o vencedor do festival (Foto: Sidnei Barros)
O palco do Teatro Adamastor Centro recebeu na tarde da última terça-feira (15) os dez finalistas do Festival de Música Estudantil de Guarulhos. Cada concorrente apresentou uma composição inédita e o vencedor foi o grupo de Rap Liberdade de Expressão, formado por alunos da Escola Estadual Bruno Ricco, com a canção “Mundo Real”.

As músicas dos dez finalistas farão parte do CD do festival e o grupo Liberdade de Expressão ganhou a gravação de um videoclipe. O resultado do concurso promovido pela Secretaria de Cultura foi anunciado pelo prefeito Sebastião Almeida após o show do grupo “O Teatro Mágico”, que aconteceu no Pátio de Eventos do Adamastor Centro.

Fernando Anitelli, líder do Teatro Mágico, falou sobre a importância de festivais como o realizado neste feriado. “É fundamental para incentivar os jovens que têm interesse pela música”. E comentou um pouco sobre o novo trabalho da banda, o CD “A Sociedade do Espetáculo”. “O disco tem novos arranjos e é uma mescla do primeiro trabalho, que era mais lúdico, e o segundo, que era um pouco mais politizado. O show vem como novos integrantes e novos números”, disse. 


Almeida anuncia parceria com Teatro Mágico durante show (Foto: José Luiz)

No início do evento, Almeida dividiu o palco com os músicos de Osasco e anunciou a parceria entre o grupo musical e a Prefeitura de Guarulhos, que pretende em breve criar a Escola do Teatro Mágico na cidade. Segundo o prefeito, o espaço formará artistas de circo, teatro, música e dança. “O convite já foi feito e agora está nas mãos do grupo a decisão de quando começar o projeto”, disse o prefeito.

Pontos de Cultura

O evento cultural também teve outras novidades. A primeira etapa da nova rede de Pontos de Cultura foi lançada oficialmente e Almeida informou que o prédio da antiga Câmara Municipal terá, além dos já anunciados restaurante escola e cyber café, um estúdio de gravação musical para artistas da cidade.

Confira abaixo a classificação completa do Festival de Música Estudantil de Guarulhos:

1º) EE Bruno Ricco
Grupo Liberdade de Expressão
Composição: Mundo Real

2º) EE Parque Primavera
Banda Soul Livre
Composição: Evelyn

3º) Faculdades Integradas Torricelli
Banda Quintal Inversos
Composição: Sons do Norte

4º) EE Juvenal Ramos Barbosa
Gregory Rodrigues
Composição: Alguém assim como você

5º) EE Homero Rubens de Sá
Banda B. Over
Composição: Este é o lugar

6º) EE Jardim Maria Dirce III
Vivian Fontes
Composição: Venceu por mim

7º) EE Parque Jurema III
Banda Serenata
Composição: Sorriso Falso

8º) EE Hugo de Aguiar
Banda Fulano de Tal
Composição: Destiny

9º) EE Carmina Mendes Seródio
Banda Dissonância
Composição: Só quero te fazer feliz

10º) EE Francisco Antunes Filho
Vanessa Almeida
Composição: Sonhos


quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Carta de Repudio e pedido de Retratação Publica

Guarulhos, 22 de novembro de 2011

Carta de Repudio e pedido de Retratação Publica

Vimos por intermédio de esta repudiar as falas mentirosas e descontextualizadas de um assessor político na cidade de Guarulhos e pedir (exigir) que o mesmo prove todas estas acusações e mau dizeres, que atentam contra a credibilidade e história de luta deste grupo que a mais de dez anos vem construindo possibilidades de transformação dos dias de mazelas de muitos e muitas em dias melhores, com menos opressão, segregação, discriminação, criminalização, violação de direitos e etc.

À Associação Cultural e Educacional Movimento Hip Hop Revolucionário (MH2R) vem desenvolvendo historicamente e sem apoio do poder publico local, estadual e federal atividades sócio – política - educacionais e culturais, sempre na perspectiva do alcance de um mundo melhor, mais justo e solidário.

No mês de outubro fomos surpreendidos com uma serie de falácias, maus dizeres e fofocas desenvolvidas, multiplicadas e falsamente modeladas por um assessor político de um representante eleito com a maioria dos votos da cidade de Guarulhos, o mesmo traz em suas falas contraditórias, que, em alguns momentos, a Associação Cultural e Educacional Movimento Hip Hop Revolucionário (MH2R) e em outros momentos o militante, educador popular e produtor cultural Eduardo ( Bob Controversista ) se utilizam da expressão cultural em movimento Hip Hop para gerar benefícios para si, com discursos e ações que trazem em seu escopo a questão da transformação social, da defesa de direitos, da potencialização de potenciais, do desenvolvimento de uma Cultura Hip Hop independente, sólida e colaborativa, entre outras, mas que na real só vislumbram sua auto promoção, captação de recursos e centralização das ações no sentido de monopolizar o segmento e com isso alcançar seus objetivos escusos.

Este que levanta estas calunias, difamações e injurias, e que é assessor de uma deputada federal, e, desta forma, tem fortes laços políticos na cidade de Guarulhos, que tem o trabalho – digo missão – de levantar e diagnosticar demandas e articular as juventudes locais numa perspectiva de exercício da cidadania, da defesa de direitos, de acesso aos bens culturais, de saúde, de boa formação educacional, de espaços de lazer e esporte, busca na verdade, como em outros momentos propôs para a mesma entidade/grupo que agora difama, justamente após a negativa, articular/formar uma base/plataforma politica para as eleições 2012, cujo seu patrão sairá candidato e/ou apoiara candidatos que tenham o discurso amparado nestas articulações, é o mesmo que a tempos recentes tentou de varias formas cooptar integrantes da Associação Cultural e Educacional Movimento Hip Hop Revolucionário (MH2R) e na frustração, calunía e gera fatos fictícios para sem razão descredibilizar esta que não tem se quer um rastro de maus trabalhos ou parcerias/financiamentos com quem quer que seja diretamente vinculado a bandeiras partidárias.

Sendo assim na impossibilidade do cidadão se posicionar publicamente retirando tudo que atenta a honradez, a credibilidade, a imagem, a história, ao caráter social e  transformador da entidade Associação Cultural e Educacional Movimento Hip Hop Revolucionário (MH2R) tomaremos as devidas providencias, cabíveis no que tange a justiça e no que tange os conceitos e princípios da Cultura Hip Hop, ou seja, nos moldes da rua.

Associação Cultural e Educacional Movimento Hip Hop Revolucionário